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Xangô - Orixá das tempestades, raios e trovões
Xangô – É o Orixá da Justiça, corrige injustiças, proteje contra catástrofes. Foi rei de Oió; divinizado, transformou-se no orixá do trovão e da justiça, protetor dos juízes, advogados, burocratas. Usa roupa branca e vermelha, e coroa na cabeça, pois é rei. Seu fio de contas se faz com essas cores, alternadas. Dança com o machado de lâmina dupla na mão (oxé) e é dono de um instrumento musical usado só para ele: o xere, chocalho de latão. Seus bichos favoritos são o carneiro, o cágado e as aves, galo vermelho e pato. Adora quiabo com camarão seco e dendê, além de arroz, feijão e farofa. Recebe as oferendas em pedreiras ou pedra em beira de cachoeiras. Sua saudação, Cauô Cabieci! (Venham ver sua majestade!). |
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BANHO DE FÉ
- Compositores: Arlindo Cruz - Sombrinha - Sereno
Se você é de rodar Ou se é de bater tambor, faça o favor Tome um banho de abô
Um banho de cachoeira Um banho de cachoeira Vai levantar
Acaba qualquer canseira Banho de mar é bom pra descarregar Mas por favor tome um banho de abô
Se você é de rodar Ou se é de bater tambor, faça o favor Tome um banho de abô
Vovó Maria me ensinou Eu aprendi a preparar Um banho de rosas brancas pra clarear
Vovó Maria me ensinou Que é muito bom, muito legal Tomar um banho de ervas Tomar um banho de sal
Uns tomam banho de lua Uns tomam banho de sol Uns tomam banho de chuva Lá no quintal
Mas pra se ter a certeza Que um banho só traz axé Seja banho de cheiro Banho de arruda, banho de guiné
É pois é O mais importante é a fé
Se você na quarta-feira Vai lá na pedreira do meu pai Xangô, faça o favor Tome um banho de abô
Se você é de Angola É de Gueto ou de Nagô, faça o favor Tome um banho de abô
Artistas / Álbum
- Fundo de Quintal - O Show tem que Continuar.
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- FORÇA, FÉ E RAIZ
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- Compositores: Arlindo Cruz - Sereno
Axé, Axé Cheia de graça É a nossa raça cor de café Passam o que passa E soltam pirraça, caem no afoxé
Axé, Axé Chega de pranto Meu bem abre o peito e vem cantar Quem sofre tanto Também tem direito de debochar, axé
Ninguém nega que o negro é Muita força, fé e raiz Tem quem negue que o negro quer Liberdade é o que sempre quis
Mas nem sempre alcança E não perde a esperança Solta o corpo e balança Dança pra ser feliz
Artistas / Álbum
- Fundo de Quintal - O mapa da Mina.
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Escrito por RCM. & L. às 17h45
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Todo assunto pode dar samba. Não seria diferente com o dia do comércio. Fica registrada a homenagem.
Shopping Móvel
Zeca Pagodinho
Tem sempre tudo no trem que sai lá da central
Baralho, sorvete de côco, corda pro seu varal
Tem canivete, benjamim, tem cotonete, amendoim
Sonho de valsa... e biscoito integral
Tem sempre tudo no trem que sai lá da central
Chiclete, picolé do China e guaraná natural
Tem agulheiro, paliteiro, desodorante, brigadeiro
E um bom calmante quando a gente passa mal
E quem quiser pode comprar... o shopping móvel é isso aí
É promoção desde a Central a Japeri
E quem quiser pode comprar... um bom pedaço de cuscuz
E mastigar desde a Central a Santa Cruz
CD pirata da Frank Sinatra a Zeca Pagodinho
E até aquele veneno pra rato chamado chumbinho
Bala de côco, pirulito, suco de frutas no palito
Cuscuz, cocada... pasteizinhos de palmito
Despertador, rádio de pilha... ventilador e sapatihla
Até peruca é possível se encontrar
O pagamento é no cartão, vale-transporte ou refeição
Qualquer pessoa jamais fica sem comprar Abraço a todos. Fiquem com Deus.
Escrito por RCM. & L. às 16h46
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